Artistas

  1. 1907

    • Nasce em Escada, Brasil
  1. 1925

    • Ingressa no curso de arquitetura na Escola de Belas Artes, Rio de Janeiro
  1. 1928

    • Primeira exposição de Cícero Dias no Rio de Janeiro, na sede da Policlínica. Nas paredes ao lado de suas obras, seu retrato feito por Ismael Nery e um poema de Murilo Mendes. A mostra foi prestigiada por uma legião de amigos, pintores e intelectuais. Di Cavalcanti proclamou ser Cícero Dias “o novo valor da pintura brasileira”.
    • Josué de Castro publica o artigo Cícero Dias e Kretschmer, em O Jornal.
    • Abandona definitivamente a Escola de Belas Artes e a arquitetura para se dedicar completamente à pintura.
    • Primeira exposição na cidade de Escada, Pernambuco, com prefácio de Gilberto Freyre.
    • Surge o Movimento Antropofágico. Publica-se uma revista de mesmo nome, em São Paulo, com a colaboração de Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Segall, Anita Malfatti, Cícero Dias, Flávio de Carvalho, Oswaldo Goeldi, Murilo Mendes, Pedro Nava, Raul Bopp e Aníbal Machado.
    • Segunda exposição de Cícero Dias na cidade de Escada, Pernambuco. Conferência de Mário de Andrade.
  1. 1929

    • Exposições de Tarsila do Amaral no Rio de Janeiro e em São Paulo.
  1. 1930

    • Exposição de Kandinsky em Paris.
    • Michel Seuphor e Torres-García publicam Círculo e Quadrado.
    • Cícero Dias expõe na mostra “The First Representative Collection of Paintings by Brazilian Artists”, no Roerich Museum of New York, com Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Guignard, Di Cavalcanti, Ismael Nery e Gomide.
    • Revolução no Brasil, com a tomada do poder por Getúlio Vargas.
    • Vicente do Rego Monteiro e Géo-Charles trazem ao Brasil uma exposição de artistas da Escola de Paris, que tem lugar no Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
  1. 1931

    • Exposição no Salão de 1931 da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, da obra “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, causando grande escândalo. Medindo 2 x 15m, a obra foi pintada entre 1926 e 1929, na rua Aprazível, em Santa Tereza, no Rio de Janeiro.
    • O painel provoca inúmeras reações, entre as quais uma carta de Mário Andrade a Tarsila do Amaral, que se encontrava em Moscou, descrevendo as cenas do “quadro que faz tremer as paredes”. Organizado pelo arquiteto e urbanista Lúcio Costa, o Salão recebeu o nome de Revolucionário e é considerado, juntamente com a Semana de Arte Moderna de 1922, um dos grandes eventos renovadores das artes plásticas no Brasil.
    • Exposição da Primeira Casa Modernista no Rio de Janeiro, na Rua Toneleiros, projeto do arquiteto Gregori Warchavchik, com a presença dos arquitetos Frank Lloyd Wright e Lúcio Costa.
    • Em exposição no mesmo evento obras de Anita Malfatti, Antonio Gomide, Brecheret, Cícero Dias, Di Cavalcanti, John Graz, Menotti Del Picchia, Regina Gomide e Tarsila do Amaral.
  1. 1933

    • Clube dos Artistas Modernos de São Paulo, movimento animado por Flávio de Carvalho.
    • Editada a obra histórica de Gilberto Freyre, Casa Grande & Senzala, ilustrada por Cícero Dias.
    • Fechamento da Bauhaus em Dresden pelos nazistas.
  1. 1934

    • Primeiro Congresso Afro-Brasileiro, movimento a favor da arte e da cultura, organizado pelo sociólogo Gilberto Freyre e Cícero Dias.
    • Cenários e costumes desenhados por Cícero Dias para o balé de Serge Lifar, Rio de Janeiro e São Paulo.
    • Morte de Ismael Nery no Rio de Janeiro.
    • Cícero Dias ensina pintura no Recife.
  1. 1935

    • Morte de Malevitch em Leningrado
    • Exposição “American Abstract Art”, Whitney Museum of New York.
  1. 1937

    • Exposição “Konstruktivisten” em Bâle, Suíça.
    • Cícero Dias expõe no 1º Salão de Maio, em São Paulo.
    • Partida de Cícero Dias para Paris, onde vai se reunir aos pintores brasileiros Di Cavalcanti e Noêmia Mourão e ao escritor Paulo Prado.
  1. 1938

    • Primeira Exposição de Cícero Dias, em Paris, Galerie Jeanne Castel. Texto de André Salmon em Aux Ecoutes, Paris, 28 de maio de 1938: “Cícero Dias, mestre de uma palheta mais rica ainda em nuanças que abundante, ansioso por uma feeria de cores, quer também exprimir como poeta a natureza de seu país natal. Ele pede aos elementos a confirmação. É isso selvagem? Esse ‘selvagem esplendidamente civilizado’ do qual Rimbaud nos fala em algum lugar.”
    • Cícero Dias não desapontará os sonhadores preocupados em não abandonar a terra. “Os surrealistas acharão alguém com quem falar”.
    • Sobre a exposição na Galerie Jeanne Castel, Tavares Bastos comentou em O Jornal, do Rio de Janeiro, em julho de 1938: “Com a presença de Blaise Cendrars, Jules Supervielle, Serge Lifar, Léon- Paul Fargue, André Salmon, Benjamin Péret, André Lhote e Pablo Picasso, que declara sobre a obra de Cícero Dias: ‘Um grande poeta, um grande pintor’.
    • Expõe no “Salão de Maio”, em São Paulo.
    • Expõe na Galerie Billiet, em Paris.
  1. 1939

    • Participa da “Latin American Exhibition” no Riverside Museum of New York.
    • Exposição de Candido Portinari no Rio de Janeiro.
    • Expõe no “Salão de Maio” em São Paulo, com forte presença estrangeira: Magnelli, Calder, Arne Osek, Bernardo Rudofsky, Carl Holty, Ellen Hodding, Hans Erni, Jean Hélion, Josef Albers e W. Drews. Publicação de número especial da Revista do Salão de Maio com debates sobre as teses do abstracionismo e do surrealismo.
    • Cícero Dias fala nos estúdios da Radiodiffusion Nationale, Paris, em transmissões destinadas à América do Sul, na companhia de Francis Carco, Léon-Paul Fargue, Charles Trenet , Di Cavalcanti e Noêmia Mourão.
    • Durante o início da guerra, frequenta assiduamente o atelier de Picasso, na rue des Grands Augustins, um dos motivos de sua prisão pelos alemães, como escreveu Georges Boudaille, mais tarde, no jornal Arts.
    • Participa do Salão de Arte na Feira Nacional da Indústria, no Rio de Janeiro.
    • Picasso publica a peça de teatro Le Plaisir Attrapé par la Queue, Paris.
  1. 1942

    • Prisioneiro dos alemães em Baden-Baden, é trocado pelos alemães detidos no Brasil e volta clandestinamente à França.
    • Paul Éluard publica Poésie et Vérité, edição Main à la Plume, Paris, 1942. Ligado intimamente aos escritores e poetas franceses, Cícero Dias recebe o poema “Liberté” de Paul Éluard, enviado por Louis Parrot, de Clermont- Ferrand.
    • Esperando poder deixar a França com o poema de Éluard, Cícero Dias vive e pinta num pequeno quarto de hotel em Vichy.
    • É visitado, em outubro, pelo jornalista da resistência francesa, Armand Guibert, que escreve no jornal TAM da Algéria, onde se encontravam refugiados franceses: “O maior pintor do Brasil, Cícero Dias ou o Sol dos Trópicos, num quarto de hotel”.
    • Em novembro, no dia da invasão da zona livre pelos alemães, passa a fronteira com Raymonde e de Lisboa faz chegar o poema às mãos de Roland Penrose em Londres. É assim que esse grito de liberdade foi lançado aos milhares pelos aviões da Royal Air Force sobre o solo francês.
    • Lucien Scheller, na sua obra La Grande Espérance des Poètes, 1940-1945, declarou: “Cícero Dias, durante a ocupação, facilitou as trocas de correspondência entre a Resistência francesa e Londres”.
  1. 1943

    • Instalado em Lisboa, relaciona-se estreitamente com artistas e escritores portugueses, entre eles, Mericia de Lemos, Almada Negreiros, Sara Afonso, Rui Cinatti, Antonio Dacosta, Carlos Queiroz, Adriano de Gusmão, Antonio Pedro, Gastão de Bettencourt, Casais Monteiro, Carlos Botelho e Luís Trigueiros.
    • Expõe e é premiado em Lisboa e no Porto. O catálogo é prefaciado por poemas de Paul Éluard e Alberto Serpa.
    • Apesar das cartas de apresentação de Éluard e Picasso para Alfred Barr, diretor do Museum of Modern Art of New York, Cícero Dias permanece em Lisboa.
    • Publica trechos do seu romance autobiográfico, inédito, Jundiá e seu ABC, na revista luso-brasileira Atlântico.
  1. 1944

    • Abertura da Galerie Denise René, em Paris, que organizará exposições de pintores abstratos.
    • Participa da mostra “Modern Brazilian Painting”, na Royal Academy of Arts, em Londres. Apresentação de Ruben Navarra e Sacheverell Sitwell, em benefício da Royal Air Force.
    • Expõe na VIII Exposição de Arte Moderna em Lisboa.
    • Litografias de Cícero Dias ilustram a obra de Camões, Ilha dos Amores, edição Montalvor, Lisboa.
    • Morte de Kandinsky em Paris e de Mondrian em Nova York.
  1. 1945

    • X Exposição de Arte Moderna em Lisboa.
    • Apelo de Picasso a Cícero Dias para seu retorno a Paris, sob a forma de dedicatória no exemplar da sua peça de teatro Le Plaisir Attrapé par la Queue: “Para Dias, cuja presença em Paris é necessária”.
    • Volta de Cícero Dias à França. Liga-se à Escola de Paris, no grupo de artistas abstratos mais em voga na época, que expunha na Galerie Denise René, na rue de la Boétie.
  1. 1946

    • Exposição na Galerie Denise René. Na ocasião, o crítico de arte Antonio Bento escreveu: “No Brasil, o movimento construtivista só começou no fim da década de 40. Seu verdadeiro e primeiro pioneiro foi Cícero Dias, que, em 1946, na capital francesa, começa a pintar telas rigorosamente geométricas. Com justiça, esse pintor ocupa essa posição. E mesmo fazendo parte da Escola de Paris, ele jamais rompeu ou renegou suas raízes brasileiras”.
    • Os anos seguintes serão a grande época para a pintura abstrata geométrica. Destacando-se em Paris várias exposições com obras de Kandinsky, Mondrian, Domela, Dewasne, Magnelli, Robert e Sonia Delaunay, Cícero Dias, Nícolas Schoffer e Vasarely.
    • Participa da “Exposition Internationale d’Art Moderne”, UNESCO, Paris.
  1. 1947

    • Exposição na Galerie René Drouin, Paris.
    • Exposição no Musée National d‘Art Moderne de Paris.
    • Exposição “Peintures Abstraites”, com obras de Magnelli, Dewasne, Deyrolle, Cícero Dias, Duthoo, Hartung, Piaubert, Poliakoff e Vasarely. Galerie Denise René, Paris.
    • “Exposition Internationale du Surréalisme”, Galerie Maeght, Paris.
  1. 1948

    • Cícero Dias executa uma série de pinturas murais abstratas, as primeiras da América Latina, sobre as paredes do edifício de arquitetura modernista, projeto de Antonio Baltar, sede da Secretaria de Finanças do Estado de Pernambuco, Recife.
    • Viagem através do Nordeste do Brasil na companhia de Rubem Braga, Mário Pedrosa, Orígenes Lessa e José Lins do Rego.
    • Estada de Léon Degand e de Cícero Dias no Nordeste
    • Participa da exposição “L’Art Mural”, no Palácio dos Papas, em Avignon.
    • Fundação da “Compagnie de L‘Art Brut”, por Jean Dubuffet e André Breton.
    • A associação “Arte Mural” interrompeu suas atividades por causa da Segunda Guerra Mundial. Saint Maur era o animador. Participantes: A. Baudin, Bissière, Borés, Chagall, Robert Delaunay, Sonia Delaunay, Dewasne, Cícero Dias, Estève, Hélion, Le Corbusier, F. Léger, A. Masson, Magnelli, Matisse, Miró, Mondrian, Ozenfant, E. Pillet, Saint Maur, Severini, Vasarely e Villon.
    • Exposição no Recife, Pernambuco, organizada pelos estudantes da Faculdade de Direito. O prefácio do catálogo é de Paul Éluard.
    • Exposição no Rio de Janeiro, na Escola de Belas Artes. “Cícero Dias tem a riqueza e o senso de uma grande experiência plástica. A universalização da pintura brasileira será possível? Eis-nos diante de uma das respostas”. Mário Barata, O Jornal, 2 de julho de 1948, Rio de Janeiro.
    • Terceira exposição na cidade de Escada, Pernambuco. O prefácio do catálogo é de Gilberto Freyre, com textos do romance autobiográfico, Jundiá, de Cícero Dias.
    • Participa da exposição “Sculptures et Peintures Contemporaines”, Galerie Denise René, Paris.
    • Participa da exposição “Tendances de l’Art Abstrait”, texto de Charles Estienne, Galerie Denise René, Paris.
    • Participa da exposição “Pintura e Escultura”, organizada pela Sul América no Rio de Janeiro.
    • Exposição do IV Salão de Arte Moderna, Recife, Pernambuco.
  1. 1949

    • Publicação em Paris do livro L’Art Abstrait, ses origines, ses premiers maîtres, de Michel Seuphor.
    • Criação da revista Art d’Aujourd’hui, dirigida por André Bloc. No primeiro número, há um artigo de Michel Seuphor dedicado aos Murais, com reproduções de pinturas de Kandinsky, Le Corbusier e Cícero Dias.
    • Herbin publica L´Art non Figuratif, non Objectif, edições Conti, Paris.
    • Exposição “Les Grands Courants de la Peinture Contemporaine”, no Museu de Lyon, França, com obras de Arp, Bonnard, Braque, Brauner, Chagall, Cícero Dias, Hartung, Hélion, Klee, Léger, Manet, Masson, Matisse, Matta, Miró, Mondrian, Picabia, Picasso, Redon, Puvis de Chavanne, Renoir, Signac, Van Gogh e Vuillard.
    • Artigo de Charles Estienne, Cícero Dias - Um pintor da forma vegetal, no Cahiers d´Art: “Em verdade, a linguagem plástica de Cícero Dias é feita de geometria, é um jogo preciso; se ela é lírica, de retas, de curvas e de elipses, de triângulos, de retângulos e de trapézios... Porém, essas relações de linhas e superfícies não têm nada a ver com a razão, mas com o espírito e os sentidos, e não têm outra função a não ser o coração mesmo do concreto”.
    • Exposição “Da Arte Figurativa à Arte Abstrata”, Instituto de Arte Moderna, Buenos Aires.
    • Cícero Dias participa da mostra “Do Figurativismo ao Abstracionismo” apresentando uma obra abstrata , exposição organizada por Léon Degand, inaugurando o Museu de Arte Moderna de São Paulo.
    • Participa da exposição “Os Pintores da Escola de Paris”. Prefácio de Léon Degand. Museu de Arte Moderna, Buenos Aires.
    • Morte de Torres-García em Montevidéu.
  1. 1950

    • Fundação do Congresso da Escola de Altamira, com a participação, entre outros, de Miró, Baumeister, Artigas e Cícero Dias.
    • Charles Estienne publica, em reação ao abstrato geométrico, o panfleto L´Art Abstrait est-il un Académisme?.
    • Exposição de Cícero Dias na “ XXV Bienal de Veneza”.
  1. 1951

    • Exposição “O Prato Pintado”, cem pratos decorados por pintores, poetas e músicos, organizada pela Maison Christofle de Paris, com apresentação do catálogo de Francis Ponge. Entre os participantes, Arp, Braque, Cícero Dias, Cocteau, Dupont, Éluard, Françoise Gilot, Lebowitz, Leonor Fini, Man Ray, Miró e Vasarely.
    • Criação do “Groupe Espace”, por iniciativa de André Bloc e Félix Del Marle, que reúne arquitetos, construtores e artistas plásticos decididos a trabalhar juntos na perspectiva de uma arte não-figurativa, realizando uma síntese das artes plásticas e sua integração ao espaço arquitetônico.
    • Inauguração da “I Bienal de São Paulo”.
    • Expõe no “Salon de Mai”, Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
    • Exposição “Vehémences confrontées”, artistas americanos e franceses, Galerie Nina Dausset, Paris.
    • Participa da exposição “Os Jovens Pintores Abstratos da Escola de Paris”, no “IV Festival Belga de Verão“, em Knokke-le-Zoute.
    • Cícero Dias expõe no Cahiers d´Art, Paris.
    • “Klar Form”, grupo formado por Arp, Bloc, Calder, Cícero Dias, Del Marle, Dewasne, Deyrolle, Domela, Herbin, Jacobsen, Lapicque, Le Corbusier, Léger, Magnelli, Mortensen, Pillet, Poliakoff, M. Raymond, Taeuber e Vasarely, expõe em Copenhague, Helsinque, Estocolmo, Oslo e Liège. Prefácio de Léon Degand, organizada por Denise René.
  1. 1952

    • “Galerie Denise René exibe em Paris a mesma exposição “Klar Form”, apresentada nos países nórdicos no ano anterior.
    • Exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Prefácio de Sérgio Milliet.
    • Exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Prefácio de José Lins do Rego.
    • “Cícero Dias nos dá uma das obras mais altas pela concepção e pelo rigor estrutural da pintura brasileira”, Mário Pedrosa, Correio da Manhã, Rio de Janeiro.
    • “Cícero Dias pintor abstrato, talvez o melhor, pintor do concreto, como o queria Kandinsky quando escrevera em 1937 sobre sua pintura”, Geraldo Ferraz, Diário de São Paulo.
    • Participa da exposição “Pintores na Nova Escola de Paris”, Galerie Babylone. Prefácio de Charles Estienne.
    • Publicação Témoignages pour L´Art Abstrait, edições Art d´Aujourd´hui, introdução de Léon Degand.
    • Textos de J. Alvard e R. V. Gindertael e retratos dos artistas pelo fotógrafo Serge Vandercam.
    • Exposição na Galerie La Hune, Paris, das pinturas e esculturas dos artistas referendados na publicação, entre eles, Arp, Bloc, Calder, Cícero Dias, Degand, Delaunay, Dewasne, Hartung, Magnelli, Mortensen, Pevsner, Poliakoff e Vasarely.
    • Exposição na Galerie R. Godfried, Paris, com prefácio de Pierre Descargues.
    • Lançamento do Livro de Michel Tapié Un Art autre, abordando a “abstração lírica”, também chamada de “abstração informal”.
    • Morte de Paul Éluard.
    • Exposição na “XXVI Bienal de Veneza”.
  1. 1953

    • Léon Degand defende a abstração rigorosa no artigo La querelle du chaud et du froid da revista Art d´Aujourd‘hui, série 4, nº 1, gerando polêmica com Charles Estienne.
    • Participa da exposição “Arte Abstrata Italiana e Francesa”, na “82ª Mostra dell´Art Club”, Galleria Nazionale d’Arte Moderna, Roma, com prefácio de Léon Degand.
    • Estada de Cícero Dias em Antibes, onde obtém de Picasso a autorização para expor o painel “Guernica” na II Bienal Internacional de São Paulo.
    • Participa da “II Bienal Internacional de São Paulo”.
  1. 1954

    • Publicação do segundo álbum de serigrafias pelas edições Art d´Aujourd´hui, Paris, com obras de Bloc, Bozzolini, Breuil, Cícero Dias, Dewasne, Deyrolle, Dimitresco, Istrati, Jacobsen, Lacasse, Leppien, Marie Raymond, Mortensen, Pillet, Poliakoff e Vasarely.
    • Exposição do “Groupe Espace” em Biot, França, sob o patrocínio do ministro Claudius-Petit. Convidados especiais: Jean Dewasne, Robert Jacobsen, Alberto Magnelli, Vasarely. Membros do Groupe Espace: Andersen, Anthoons, Arp, Berg, Bloc, Borderie, Boucoiran, Bozzolini, Cícero Dias, Delaunay, Del Marle, Gilioli, Gorin, Istrati, Léger, Leppien, Pillet, Schoffer, Severini e Vago.
    • Expõe com os artistas da “L’Ecole de Paris”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e Museu de Arte Moderna de Buenos Aires.
    • Morte de Henri Matisse em Nice.
  1. 1955

    • “1955 International Contemporary Painting Exhibition”, com exposição de obras dos artistas Corneille, Birolli, Cícero Dias, Ekind, John Hulberg, Kenzo Okada, Manessier, Marjorie, Matta, Tamayo, Toti Scialoja, Roger Dudant e Zao Wou-Ki. Modern Art Museum, Pisttsburgh, EUA.
    • Maquete para um Museu Moderno Ideal, projetado por Cícero Dias, com planejamento do arquiteto Claude Parent. Em exposição, miniaturas originais dos artistas Arp, Bloc, Bozzolini, Calder, Cícero Dias, Deyrolle, Léger, Magnelli, Mortensen, Pillet, Poliakoff e Vasarely.
    • Cícero Dias viaja para a Grécia e para o Oriente Médio. Léon Degand escreve em Aujourd´hui-Art et Architecture: “A Pintura abstrata andará sem nenhuma muleta figurativa, ou ela não será. Se ela não se baseia sobre os princípios inteiramente diferentes da pintura figurativa ela será incapaz de revelar um mundo novo do intelecto e do sentimento, incapaz de suscitar uma nova poesia clássica e, por conseguinte, ela será apenas um lampejo”.
  1. 1956

    • Publicação em Bruxelas da revista Quadrum, com artigo de Léon Degand, L´Abstraction dite géométrique, sobre a pintura de Cícero Dias: “O geometrismo melhor calculado se acompanha em Cícero Dias de um singular frescor cromático”.
  1. 1957

    • Participa da exposição “Arte Moderna no Brasil”, no Museu Nacional de Belas Artes, Buenos Aires, prefácio de Carlos Flexa Ribeiro.
    • Participa da exposição “Arquitetura Contemporânea. Integração das Artes”. Prefácio de André Bloc, Musée des Beaux- Arts, Rouen, França.
    • Participa da “1ère Biennale de la Jeune Peinture et Sculpture”, Musée des Arts Décoratifs, Paris.
    • Mário Pedrosa, no Correio da Manhã, escreve: “Cícero Dias crê na originalidade do universo que se abre à medida que o homem penetra seus segredos. Ele participa assim, na medida dos seus meios, do esforço coletivo moderno para trazer uma nova concepção do mundo, conforme acúmulo de experiências, ao mundo subterrâneo dos mitos e às magníficas aquisições da ciência contemporânea”.
    • Morte de Lasar Segall em São Paulo.
  1. 1958

    • Sala especial das obras de Cícero Dias no Pavilhão do Brasil na “Exposição Internacional de Bruxelas”, Bélgica.
  1. 1959

    • Exposição retrospectiva das obras de Cícero Dias, de 1926 a 1959, prefácio de Odorico Tavares, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador.
    • Jean Boghici, sob o impacto da importância do painel “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, declara ser esta obra a “Guernica” brasileira.
    • Expõe no “Salon de Mai”, Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
    • Participa da exposição “Brasilianischer Kunstler”, Haus der Kunst, Munich. Prefácio de Carlos Flexa Ribeiro.
  1. 1960

    • Participa da exposição “Latin Americana Art Today: Brazil Exhibition”, Washington.
    • Participa da mostra “Artistas Brasileiros”, apresentação de Carlos Flexa Ribeiro, Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
    • Primeira exposição do grupo “Nouveaux Réalistes”, organizada por Pierre Restany, Paris.
  1. 1961

    • Criação do Grupo de Pesquisas de Artes Visuais, composto por Garcia-Rossi, Le Parc, Morellet, Sobrino, Stein e Yvaral.
    • Bury, Takis, Cruz-Diez, Schoffer e Soto entre os artistas cinéticos que expõem em Paris nessa época.
  1. 1962

    • Participa da exposição “Arte Latino-Americana”, com prefácio de Jean-Clarence Lambert. Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
  1. 1964

    • Exposição no Salão Nobre do Hotel Copacabana Palace, Rio de Janeiro.
    • Exposição “Mythologies quotidiennes”, organizada por Gérard Gassio-Talabot, Musée d’ Art Moderne de la Ville de Paris.
    • Retorno da “Nova Figuração”, com adesão de Monory, Rancillac, Télémaque, Samuel Bury, Klasen, Erro, Recalcati e Berni. O pintor americano Robert Rauschenberg recebe o Primeiro Prêmio da Bienal de Veneza.
  1. 1965

    • Sala especial na “Bienal Internacional de São Paulo” homenageando Cícero Dias, apresentando grande retrospectiva de sua obra, prefácio de Geraldo Ferraz.
    • “Opinião 65”, exposição reunindo obras de artistas brasileiros e estrangeiros da Nova Figuração, organizada por Céres Franco e Jean Boghici, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
  1. 1966

    • Exposição Cícero Dias, com prefácio de Charles Estienne, Museé d’Ixelles, França.
  1. 1967

    • Exposição “Artistas Brasileiros em Paris”, Galerie Debret, Paris.
    • Viagem de Cícero Dias à Iugoslávia.
    • Exposição retrospectiva das obras de Cícero Dias, com prefácio de Gilberto Freyre, Recife.
    • Exposição das obras de Cícero Dias no São Paulo Club.
    • Exposição Cícero Dias no Museu Manchete, Rio de Janeiro.
  1. 1970

    • Exposição na Galeria Portal, São Paulo.
    • Exposição na Galeria Renot, Salvador
    • Exposição na Galeria Ranulpho, Recife.
  1. 1973

    • Expõe na Galeria San Mamede, com prefácio de Adriano de Gusmão, Lisboa.
    • Morte de Picasso.
  1. 1974

    • Cícero Dias participa da exposição “Tempo dos Modernistas”, dedicada a Tarsila do Amaral, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
    • Exposição na Galeria Portal, São Paulo.
  1. 1975

    • Participa da exposição “O Modernismo”, no Museu Lasar Segall, São Paulo.
    • Exposição na Galeria Renot, Salvador.
  1. 1976

    • Participa da exposição “Os Salões”, no Museu Lasar Segall, São Paulo.
    • Participa da exposição “Brésil, Artistes du XXeme Siècle”, Galerie Artcurial, Paris.
    • Filme sobre Cícero Dias realizado por Luiz Miranda Correia, Paris.
    • Exposição na Galeria Ranulpho, Recife.
    • Morte de Di Cavalcanti no Rio de Janeiro.
  1. 1978

    • Participa da exposição “As Bienais e a Abstração”, Museu Lasar Segall, São Paulo.
    • Exposição “Cícero Dias”, prefácio de Pierre Restany, Musée André Malraux, Le Havre, França.
    • Participa da exposição “Quatro Décadas da Pintura Brasileira”, Jóquei Clube do Rio de Janeiro.
    • Filme sobre a vida e a obra de Cícero Dias, com texto de Rubem Braga, realizado pela Rede Globo de Televisão, Rio de Janeiro.
    • Tese sobre a obra de Cícero Dias, realizada por Beira R. da Cunha. Nice, França.
    • Exposição na Galeria Ranulpho, São Paulo e Recife.
  1. 1981

    • Participa da exposição “Trinta Obras de uma Coleção”, Salle du Forum, Roubaix, França.
    • Participa da Escola de Altamira, Fundación Santillana, Espanha.
    • Participa da exposição “Un Homme, une Passion”, Musée d”Art Moderne de Strasbourg, França.
  1. 1982

    • Publicação de La Grande Espérance des Poètes, obra de Lucien Scheller sobre a situação dos intelectuais franceses durante a última guerra. O autor faz referência à participação de Cícero Dias na troca de correspondência entre a resistência francesa e Londres.
    • Participa do III Congresso Afro-Brasileiro no Recife.
    • Restauração das pinturas murais abstratas, executadas por Cícero Dias em 1948, na Secretaria de Finanças do Estado de Pernambuco. É homenageado com a colocação de uma placa de prata, por iniciativa de Everardo Maciel, Recife.
    • Exposição na Galerie Bellechasse, Paris.
    • Tese sobre a vida e a obra de Cícero Dias, realizada por Janira Bastos, São Paulo.
    • Participa da exposição “Paul Éluard e ses amis peintres”, juntamente com Miró, Picasso, Léger e outros. Centre Georges Pompidou/Musée National d’Art Moderne, Paris.
  1. 1983

    • Instalação dos painéis relatando a vida de Frei Caneca na Casa da Cultura, antiga Casa de Detenção, Recife.
    • Publicação da obra de Jean-Charles Gateau, Éluard, Picasso et la Peinture. O autor cita Cícero Dias entre os pintores admirados por Picasso.
    • Edição da Suite Pernambucana, série composta de 25 litografias a partir das aquarelas da década de 1920, impressas no Atelier Pierre Badey, projeto da Galerie Bellechasse, Paris.
  1. 1984

    • Participa da exposição “Electra, a Eletricidade e a Eletrônica na Arte no Século XX”, Musée d’ Art Moderne de la Ville de Paris.
    • “Tradição e Ruptura: Síntese de Arte e Cultura Brasileiras”, Fundação Bienal de São Paulo .
  1. 1985

    • Participa da exposição “Un Art Autre, un Autre Art, Les anée 50”, idealizada por Michel Tapié, Artcurial, Paris.
  1. 1986

    • Participa da exposição “Los Americanos”, Artcurial, Paris.
  1. 1987

    • Exposição “Pinturas 1950-1965”, prefácio de Pierre Descargues, Galerie Denise René, Paris.
    • Participa da exposição “Modernidade, arte brasileira do século XX”, Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
  1. 1988

    • Exposição “Cícero Dias, síntese de sua obra”, mostra comemorativa aos oitenta anos do artista, Rio Design Center, Rio de Janeiro.
    • Participa da exposição “Destaques da Pintura Brasileira”, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
  1. 1989

    • Participa da Exposição “Denise René Présente”, Galeria Del Naviglio, Milão.
    • Participa da FIAC 1989, Foire Internationale d’Art Contemporain, Paris.
  1. 1990

    • Expõe na Redfern Gallery, Londres.
    • Participa da exposição “Abstraction Géometrique”, Centre Culturel de Compiègne, França.
    • Participa da exposição “Petits Formats”, Galerie Denise René, Paris.
    • Participa da FIAC 1990, Foire Internationale d’Art Contemporain, Paris.
  1. 1991

    • Inaugura um mural de 3 x 20 m, na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo, na Avenida Paulista.
    • Participa da exposição “ARCO” em Madrid.
    • Exposição Individual na Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
    • Participa da FIAC 1991, Paris.
    • Exposição do painel “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.
  1. 1992

    • Participa da exposição “Brasilien, Entdeckung und Selbstentdeckung” - Brasil, Descobrimento e Auto- Descobrimento, Kunsthaus, Zurich.
    • Expõe na mostra “Natureza: Quatro Séculos de Arte no Brasil”, com texto de Wilson Coutinho e coordenação de Jean Boghici, Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
    • Simões de Assis Galeria de Arte expõe Cícero Dias na Art Miami 92, “International Art Exposition”, Miami, EUA.
    • “Arte da América Latina 1911-1968”, Estación Plaza de Armas, Sevilla, Espanha, e Museé National d´Art Moderne Centre Georges Pompidou, Paris.
  1. 1993

    • “Arte da América Latina 1911-1968”, Kunsthalle, Colônia, e Museum of Modern Art, Nova York.
    • Participa da “Première Triennale des Amériques”, Maubeuge, França.
    • Exposição “Cícero Dias: os anos 20”, com lançamento do livro Cícero Dias anos 20 pela editora Index, Salão Nobre do Copacabana Palace Hotel, Rio de Janeiro.
  1. 1994

    • Exposição “Images au Centre du Songe”, aquarelas e desenhos dos anos 20, com prefácio de Philippe Dagen, Galerie Marwan Hoss, Paris.
    • Sala especial na “Bienal Brasil Século XX”, apresentando o painel “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, os murais abstratos da sala de jantar do artista em Paris, cujo espaço foi reconstituído na exposição, e os painéis sobre a vida de Frei Caneca vindos da Casa de Cultura do Recife. Pavilhão da Bienal Internacional de São Paulo.
    • Pinturas das décadas de 1950 a 1980, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
  1. 1995

    • Exposição Cícero Dias, “Pinturas e Desenhos”, Galeria Multiarte, Fortaleza.
  1. 1996

    • Exposição do painel “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, inaugurada pelo Presidente da República do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, com lançamento do livro Cícero Dias, edição Banco Icatu, na sede da UNESCO em Paris.
  1. 1997

    • Mostra retrospectiva na Casa França-Brasil, com lançamento do livro Cícero Dias, edição Banco Icatu, Rio de Janeiro.
  1. 1998

    • Recebe a comenda “Ordem Nacional do Mérito da França” do Primeiro Ministro Eduard Balladur, outorgada pelo Presidente da República Francesa, Sr. Jacques Chirac, na sede da UNESCO em Paris.
    • Exposição “L’Ecole de Paris 1945-1964”, Musée National d’Histoire et d’Art de Luxembourg.
  1. 1999

    • “Mestres da Pintura Latino-Americana”, com Cícero Dias, Torres-García, Antonio Seguí. Galerie Marwan Hoss, Paris.
    • “Destaques da Pintura Brasileira”, com obras de Cícero Dias das décadas de 1950 a 1980, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
  1. 2000

    • Com a restauração do histórico bairro do Recife, coube a Cícero Dias o desenho do piso da nova praça “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, conhecida como Praça Marco Zero, inaugurada na virada do ano 2000.
    • Brasil 1920-1950, “De la Antropofagia a Brasília”, Instituto Valencia de Arte Moderna, Espanha.
    • Recebe o prêmio Trajetória Artística, da Associação Brasileira de Críticos de Arte, São Paulo.
    • “Mostra do Redescobrimento: Brasil 500 Anos”, Parque Ibirapuera, São Paulo.
  1. 2001

    • “Formas e Movimentos da Arte no século XX”, apresentando obras de Calder, Cícero Dias, Joseph Albers, Kandinsky, Max Bill e Mondrian, entre outros. Mostra itinerante por museus do Japão.
    • “Arts en Cambresis”, homenagem a Cícero Dias, Cambresis, França.
    • “Arte Abstracto y la Galerie Denise René”, Centro Atlântico de Arte Moderna, Las Palmas de Gran Canária, Espanha.
    • “30 Mestres da Pintura no Brasil”, Museu de Arte de São Paulo e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
    • “Mostra Surrealismo”, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
    • “Galerie 1900-2000 Paris” expõe obras de Andy Warhol, Cícero Dias, Dalí, Man Ray. Art Basel, Miami, EUA.
    • “Século XX - Arte do Brasil”, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.
    • Publicação do livro Cícero Dias – Uma Vida pela Pintura, com patrocínio Telefonica, edição Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba, Brasil.
    • Lançamentos do livro Cícero Dias – Uma Vida pela Pintura, com a presença do artista. Palácio do Governo de Pernambuco, Recife, e Embaixada do Brasil na França, Paris.
  1. 2002

    • “Brasil 1920–1950, Da Antropofagia a Brasília”, Museu de Arte Brasileira, FAAP, São Paulo.
    • “Arte Brasileira na Coleção Fadel”, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo.
    • Angela Grando defende a tese de doutorado Cícero Dias: Figuração Imaginativa e Abstração Construída, na Universidade de Paris I, Panthéon Sorbonne.
    • Coleção Nemirovsky, “Arte Moderna Brasileira”, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
    • Arte Moderna Brasileira no acervo da Fundação Cisneros de Caracas, Venezuela, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
  1. 2003

    • Morte de Cícero Dias em Paris, no dia 28 de janeiro. É sepultado no Cemitério de Montparnasse.
    • “Homenagem a Cícero Dias, Obras das décadas de 1920 a 1980”, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
  1. 2004

    • “Modernismo Brasileiro, Coleção de Arte Brasileira”, FAAP, Embaixada do Brasil na Alemanha, Berlim.
    • “Mestres do Modernismo”, Pinacoteca do Estado de São Paulo.
    • “Cícero Dias, Décadas de 1920 e 1930”, Museu de Arte Brasileira, Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo.
  1. 2005

    • “Cícero Dias - Les Anées 20, Les Anées Bresiliennes”, Exposição de abertura de “2005 Ano do Brasil na França”. Maison de l’ Amerique Latine, Paris.
    • “Territoires Transitoires, um percurso da arte brasileira”. Cícero Dias é homenageado com Sala Especial. Palais de la Porte Dorée, Paris.
  1. 2006

    • Cícero Dias - Oito Décadas de Pintura, mostra retrospectiva enfocando a produção do artista no período compreendido pelas décadas de 1920 a 1990, reunindo 200 obras das mais significativas de sua produção, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba
    • A Prefeitura da Cidade de Paris coloca uma placa em homenagem a Cícero Dias, na fachada do imóvel 123, rue de Longchamp, XVIeme, onde o artista viveu de 1969 até a sua morte em 2003.
    • Pernambuco Moderno, Instituto Cultural Bandepe, Recife
    • Por decreto do Congresso Nacional, passa a se denominar “Rodovia Pintor Cícero Dias” o trecho da BR 101, no Estado de Pernambuco, situado entre as cidades de Cabo de Santo Agostinho e Palmares.
    • Homenageado pela Prefeitura do Recife, com seu nome dado a uma escola na Praia de Boa Viagem, Recife.
    • Galerie Marwan Hoos, exposição e desenhos e aquarelas das décadas de 1920 a 1940, FIAC 2006, Grand Palais, Paris
    • Pincelada, Pintura e Método: Projeções da Década de 50, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP
    • Arte Moderna em Contexto: Coleção ABN AMRO Real, Espaço Cultural Banco Santander - São Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Instituto Cultural Banco Real, Recife
    • Territoires Transitoires, Musée de la Porte Dorée, Paris, França
  1. 2007

    • Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, Pinacoteca do Estado de São Paulo e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
    • Instituído oficialmente pelo Governo do Estado do Pernambuco, 2007 o Ano Cícero Dias, em homenagem ao centenário de nascimento do artista.
    • Edição de selo comemorativo ao centenário de nascimento de Cícero Dias, pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
    • Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, Salvador, BA
    • Dimensions of Constructive Art in Brazil: The Adolpho Leirner Collection, Museum of Fine Arts, Houston, EUA
  1. 2008

    • Novas Aquisições, exposição de obras recém adquiridas para seu acervo, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba.
    • Coleção Itaú Moderno, Arte no Brasil 1911-1980, Museu de Arte de São Paulo.
    • Cor e Forma, mostra coletiva de artistas brasileiros, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba
    • Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade - Coleção Itaú Moderno, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, SP
    • Cor e Forma, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba, PR
  1. 2009

    • Olhar da Crítica: Arte Premiada da ABCA e o Acervo Artístico dos Palácios, Palácio dos Bandeirantes, São Paulo
    • Olhar da Crítica: Arte Premiada da ABCA e o Acervo Artístico dos Palácios, Palácio dos Bandeirantes, São Paulo
  1. 2010

    • Cor e Forma II, mostra coletiva de artistas brasileiros, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba
    • Cor e Forma II, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba
  1. 2011

    • Lançamento do livro Eu Vi o Mundo, memórias de Cícero Dias, Editora CosacNaify, suporte Família Dias e Simões de Assis Galeria de Arte.
    • ArtRio 2011, Exposição de Aquarelas e Pinturas, décadas de 1920 a 1980, Simões de Assis Galeria de Arte, Rio de Janeiro
    • Inaugurado o Centro Empresarial Cícero Dias, homenageando o artista com seu nome e com a colocação no hall do edifício de uma tapeçaria reproduzindo uma obra de sua autoria, Recife, Pernambuco .
    • Europalia, International Arts Festival, Arte no Brasil; exposição do painel Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife, Palais des Beaux Arts, Bruxelas, Belgica.
    • Tarsila e o Brasil dos Modernistas, Casa Fiat de Cultura, Nova Lima, MG.
  1. 2012

    • Cor e Forma III, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
  1. 2013

    • Geometria da Transformação: Arte Construtiva Brasileira na Coleção Fadel, Brasília.
    • Trajetórias - Arte Brasileira na Coleção Fundação Edson Queiroz, Espaço Cultural Unifor, Fortaleza.
  1. 2014

    • Narrativas Poéticas, Coleção Santander Brasil, Museu do Estado de Pernambuco.
    • Pernambuco Experimental, Museu de Arte do Rio - MAR, Rio de Janeiro.
  1. 2016

    • Pernambuco: o primeiro retrato do Brasil, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro
Coleções
    • Museum of Fine Arts, Houston, EUA
    • Musée André Malraux, Le Havre, França
    • Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri, Espanha
    • Fundação Cisneros, Caracas, Venezuela
    • Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, Argentina
    • Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil
    • Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil
    • Museu Chácara do Céu, Rio de Janeiro, Brasil
    • Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil
    • Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, São Paulo, Brasil
    • Museu de Arte Brasileira - FAAP, São Paulo, Brasil
    • Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil
    • Palácio do Governo do Estado de São Paulo, Brasil
    • Arquivo Mário de Andrade, Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo
    • Museu Lasar Segall, São Paulo, Brasil
    • Fundação José e Paulina Nemirovsky, São Paulo, Brasil
    • Metrô de São Paulo, Estação Brigadeiro, São Paulo, Brasil
    • Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil
    • Museu de Arte Contemporânea da Bahia, Salvador, Brasil
    • Museu do Estado de Pernambuco, Recife, Brasil
    • Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães, Recife, Brasil
    • Casa da Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, Recife
    • Prefeitura Municipal de Recife, Praça Marco Zero, Recife, Brasil
    • Palácio do Governo do Estado de Pernambuco, Recife
    • Secretaria de Estado da Fazenda de Pernambuco, Recife
    • Fundação Gilberto Freyre, Recife
    • Fundação Joaquim Nabuco, Recife
    • Coleção Banco ABN AMRO Real, São Paulo
    • Coleção Banco Bozano, Simonsen, Rio de Janeiro
    • Coleção Banco do Estado do Rio de Janeiro
    • Coleção Banco Itaú, São Paulo
    • Coleção Roberto Marinho, Rio de Janeiro
    • Coleção Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro
    • Coleção Luís Antonio Nabuco de Almeida Braga, Rio de Janeiro
    • Coleção Sérgio Fadel, Rio de Janeiro
    • Coleção Eduardo Constantini, Buenos Aires, Argentina
    • Coleção Claude Picasso, Paris, França