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Gonçalo Ivo | ARTE!Brasileiros


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A pintura é como a maré, se movimenta em um ir e vir em todos os períodos da história da arte. Há os sobreviventes, os quais um dia o sistema de arte tentou afogar na onda das esculturas minimalistas, das instalações, intervenções urbanas, performances. Um dos protagonistas desta insistência é o pintor carioca Gonçalo Ivo, que um dia deixou o Brasil para se fixar em Paris, onde experimenta experiências sintéticas de um geometrismo abstrato, cheio de porosidade e matéria. O título da mostra A Pele da Pintura, no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, dado pelo curador Felipe Scovino, é perfeito. O conjunto de obras exposto dá a pista para a descoberta de que tipo de superfície encobre a materialidade densa da obra de Ivo. A utilização de formas geométricas imediatamente conduz o observador para uma percepção ligada ao abstracionismo e, na sequência, o conduz ao prazer das cores que se espraiam em densidades múltiplas sobre as “peles”.



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