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Cícero Dias, o Compadre de Picasso | Bravo


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Cineasta de alma política, Vladimir Carvalho por vezes se volta ao front artístico. Buscou as raízes de José Lins do Rego e do rock brasiliense, documentários sobre um estado de coisas e, portanto, políticos. Espere-se o mesmo de Cícero Dias – O Compadre de Picasso, filme integrante do 21º festival É Tudo Verdade(www.etudoverdade.com.br), entre 8 e 17 de abril, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Não cabe retrato convencional àquele que viu o mundo, foi preso pelo Estado Novo e depois pelos nazistas na França. O título alude à amizade do pintor pernambucano morto em 2003, aos 95 anos, com a vanguarda. Além de Pablo Picasso, Fernand Léger e Joan Miró.

Duas idas a Paris e três viagens ao Recife renderam arsenal de informações para o documentário. Uma retrospectiva de Cícero, no Ano do Brasil na França, deflagrou a gênese do filme, em 2005. O galerista Jean Bouyguess apresentou ao cineasta a viúva do pintor, Raymonde, e a filha dele, Sylvia, que o guiaram em visita ao ateliê do artista morto em 2003. Em dois anos, também foram consultados o historiador e biógrafo Waldir Simões de Assis Filho, escritos de Mário Pedrosa, o crítico de arte Frederico Morais e o artista Francisco Brennand.




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